DILMAR DAL BOSCO

OPERAÇÃO DO GAECO – Deputado diz que não é réu e não entendeu o motivo da busca e apreensão na casa dele

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O deputado estadual, Dilmar Dal Bosco (DEM) manifestou nesta sexta-feira (14.05), por meio de nota, sobre a “Operação Rota Final”, deflagrada pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco Criminal) e Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), em sua residência oficial, no município de Sinop (a 503 km de Cuiabá).

Dilmar e seu advogado, André Albuquerque, afirmam não entender o mandado de busca e apreensão, que foi expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, pelo desembargador Marcos Machado.

“O Deputado Dilmar Dal Bosco através de sua defesa, não entende os motivos pelos quais foi alvo de busca e apreensão pelo GAECO, uma vez que já prestou depoimento no processo perante o GAECO/NACO anteriormente, sempre se colocou à disposição para qualquer outro esclarecimento, sendo assim, estranhamente, foi alvo de busca e apreensão de documentos e bens eletrônicos”, cita trecho da nota.

Consta ainda do documento, que “Dilmar Dal Bosco não foi denunciado formalmente, não é Réu no processo”. A operação apura crimes ligados ao setor de transportes.

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“Cabe dizer também, que contrariamente ao que está sendo veiculado na mídia, não houve expedição de mandado de busca e apreensão no Gabinete do Deputado Dilmar Dal Bosco, na Assembleia Legislativa, houve apenas em sua residência particular em Sinop, da mesma forma que não houve sequer pedido de bloqueio de bens ou pedido de prisão contra o deputado, até porque, o mesmo não é réu no processo”, esclarece deputado.

Segundo a nota, a busca e apreensão realizada em sua casa visa encontrar documentos que poderiam ligar o parlamentar a ter qualquer relação com os acusados. “Porém, nada foi encontrado.”

A defesa destacou que irá buscar informações junto ao Processo Judicial bem como, junto ao GAECO-NACO, para saber quais foram as razões que levaram a tamanha exposição desnecessária.

Entenda –  A operação é um desdobramento da Operação Rota Final que apura esquema de pagamento de propina para fraudar licitação e manter contratos de concessões do transporte rodoviário intermunicipal em Mato Grosso durante a gestão de Silval Barbosa.

Adriana Assunção/VGNotícias

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POLÍTICA MT

Comissão de Meio Ambiente ouve coordenador de comitê ambiental do Tribunal de Contas

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais recebeu, na tarde desta terça-feira (7), o secretário-geral de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT), Roberto Carlos Figueiredo, que apresentou ações do Comitê Interno de Gestão Ambiental (Ciga), do qual é coordenador na corte estadual.

O convidado destacou a atuação feita pelo Ciga em sete municípios e também as observações encaminhadas para os órgãos competentes após análise do comitê. Entre os apontamentos elaborados pelo Tribunal de Contas está o chamamento dos chefes de executivo e legislativo municipais para contribuírem no enfrentamento às queimadas florestais por meio da disponibilização de maquinário pesado e operador para a abertura de aceiros, com reembolso do combustível gasto por parte do governo estadual. 

As observações também continham a necessidade de urgente realização de campanhas voltadas à conscientização da população para a não utilização da técnica de queima de expansão (fogo contra fogo). “O tribunal esteve presente lá naquele momento e constatou algumas observações do que precisava ser feito de imediato”, explica Roberto Carlos Figueiredo. “Nós viemos aqui na Assembleia também defender que o plano do governo para 2022 tem de ser feito ouvindo o pantaneiro”, completou.

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O titular da Secretaria de Assessoria Parlamentar do TCE, Carlos Brito, argumentou que o trabalho de acompanhamento de investimentos e diálogo com diferentes poderes permite que seja feita um planejamento mais efetivo de gestão ambiental no estado.

No encontro, o presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Carlos Avallone (PSDB), mostrou satisfação com as ações tomadas pelo governo do estado e pelo TCE para evitar impactos maiores causados pelos incêndios no Pantanal. “Sem dúvidas, o Ciga já influenciou o trabalho este ano. Em 2021, houve uma união impressionante da comunidade e poder público, investimento de 63 milhões do estado no combate ao fogo, compra de equipamentos, treinamentos. O resultado foi uma diminuição de 85% neste ano em relação ao ano passado nos incêndios”, ressaltou o parlamentar. 

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Além de outros representantes do TCE/MT, também participou da reunião o deputado Gilberto Cattani (PSL).

Fonte: ALMT

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