DEU NO ODOCUMENTO

Eder afirma que candidatura é assunto para o futuro e foco é estruturar PTC para 2022

Publicados

em

Em reportagem publicada nesta sexta-feira (23), o Portal O Documento me entrevistou acerca principalmente de minhas aspirações políticas em relação às eleições do próximo ano. Veja abaixo a íntegra da reportagem do jornalista Flávio Garcia:

Portal O Documento

O ex-secretário de Estado, Eder Moraes (PTC), disse que o partido vem se articulando para disputar as eleições de 2022 em Mato Grosso em todos os níveis. “Estou filiado ao PTC – Partido Trabalhista Cristão -, e quanto a uma possível candidatura, isso será decidido no futuro, no momento estou ajudando os companheiros a fortalecer a sigla com filiações na Baixada Cuiabana e em vários municípios do Estado”.

Homem forte nos governos de Blairo Maggi e Silval Barbosa, Eder Moraes vê o quadro aberto para 2022, no caso da sucessão do governador Mauro Mendes (DEM).  “O quadro para 2022 está aberto, vejo o atual governador como um gestor que tem qualidades, mas tem cometido pecados imperdoáveis pela população, no caso do VLT, por exemplo”.

Seguindo sua linha de raciocínio, Eder aponta o fato de o atual governo não “ter construído uma moradia popular sequer, pela demora injustificável para pagar o RGA dos servidores públicos, pela implicância com a Prefeitura de Cuiabá, ou seja, não está sendo estadista com Cuiabá, excesso de dispensa de licitações e compras elitistas e isso está pegando mal… não sei até que ponto poderá prejudicar sua reeleição. Está faltando transparência de fato”, declarou ao portal O Documento.

O ex-secretário de Fazenda vê no prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), um forte nome para a disputa. “Vejo Emanuel Pinheiro como forte candidato se vir para a disputar realmente, faz uma excelente gestão na Capital, com obras estruturantes, e isso reverbera no interior”, argumentou.

Leia Também:  Deputado Thiago Silva garante a entrega de 14 Aparelhos de ar-condicionado para escola de Tesouro

Para o seu partido, o PTC, Eder diz que a expectativa é trabalhar um bom plano de governo. “Estamos elaborando um plano de governo consistente e realista, um pouco diferente daquilo que usualmente os candidatos da majoritária ou partidos apresentam. Nosso foco é na qualidade de vida e equilíbrio econômico financeiro do Estado, sem contudo, explorar o contribuinte tão massivamente, ou seja, defendemos socializar a tributação, alcançando setores que contribuem menos por falta de eficiência tributária e em contrapartida diminuir a carga tributária para aqueles setores que estão com sua base saturada”, adiantou.

“Estamos elaborando políticas públicas que diminuam as distâncias sociais, que atenuem o abismo hoje existente entre especialmente o Agronegócio e os cidadãos, políticas que permitam o crescimento das atividades econômicas em todos os setores: indústria, comercio e serviços, mas para isso faz-se necessário um conjunto de ações que tragam a população economicamente ativa e aqueles sem oportunidades, para dentro do seio da geração de emprego e renda. Isso é uma mão dupla, pois quanto mais emprego e renda, haverá mais circulação de riquezas desde a pequena mercearia e os “pegue pagues”, até as grandes varejistas e atacadistas”.

Leia Também:  Médico bolsonarista de MG diz que “petista em plantão eu mato”

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA MT

Dal Molin convoca audiência pública para debater redução de carga tributária em Mato Grosso

Publicados

em


Foto: Marcos Lopes

Apontada por especialistas como o maior entrave para o desenvolvimento econômico, o valor da carga tributária praticada no estado será o tema de uma audiência pública prevista para o dia 15 de outubro na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O debate foi convocado nessa quarta-feira (15), pelo deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) por meio do Requerimento 505/2021. 

A audiência pública será realizada de forma virtual, conforme estabelece as medidas administrativas adotadas pela ALMT a fim de prevenir a propagação da covid-19. 

Ao justificar o pedido, o parlamentar cita a complexidade do sistema tributário adotado pelo Estado e, que segundo ele, “resulta em gargalos logísticos e uma enorme insegurança jurídica para diferentes setores da economia”. 

“É urgente, e o ambiente é propício para que se discuta o “custo Mato Grosso”, se identifique mecanismos que possam auxiliar na retomada da atividade econômica, bem como na geração de emprego e renda”, avalia Dal Molin ao complementar que o setor de prestação de serviços, entre outros mais vulneráveis, ainda sente os efeitos causados pelas medidas restritivas impostas desde o início da pandemia. 

Leia Também:  BR-163: trecho entre Sinop (MT) e Miritituba (PA) será leiloado em julho

Ainda de acordo com o parlamentar, o Estado apresenta um crescimento vertical contínuo, enquanto setores essenciais para o aquecimento da economia, como agricultura, agroindústria e mineração, evoluíram de forma horizontal.

 “Chegou a hora do Estado servir ao seu povo. O Estado não pode ficar rico em detrimento ao trabalhador. Chegou a hora de discutirmos a redução dos impostos que incidem nos combustíveis, energia elétrica, gás de cozinha e do ICMS (…). Temos a obrigação moral de reduzir o custo de vida do cidadão mato-grossense e daqueles que geram empregos em todas as áreas da economia”, assinala o autor da célebre frase: “Mais gestão, menos impostos”. 

Foram convidados para participar da audiência: o governador Mauro Mendes (DEM), o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Luiz Gallo, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Cesar Alberto Miranda dos Santos Costa, além de membros de entidades representativas como a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Mato Grosso (Facmat), Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato dos Caminhoneiros Autônomos de Mato Grosso, Associação dos Condutores e Transportadores de Mato Grosso (Acontrans), entre outros. 

Leia Também:  Comissão de Trabalho e Administração Pública é instalada

Aumento de arrecadação 

Segundo relatório emitido pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz), no primeiro quadrimestre deste ano (2021), Mato Grosso registrou aumento na arrecadação de 26,2% se comparado com igual período do ano anterior. 

Já o faturamento total tributável saltou de R$ 119,5 milhões para R$ 172,5 milhões o que representa um acréscimo de quase 44%, gerando superávit e superando os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia da covid-19. 

Nessa mesma linha, a arrecadação sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aumentou 22%. Entre os setores que mais influenciaram no aumento da arrecadação estão: agropecuária (60%), indústria (40%) e comércio e serviços (25%).

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MAIS LIDAS DA SEMANA