DERRIÇA NO PLANALTO

Bolsonaro aproveita “reforma ministerial” para despachar Azevedo e Silva, ministro da Defesa, com quem estava se estranhando

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Reforma ou Reforço?
Reforma ou mudança de foco?
Reforma ou fixação da ultra direita?
Reforma ou mudança de rumo e ideologia?
Reforma ou arquivar arquivos?
Com o tempo saberemos… 

FONTE: O ANTAGONISTA

Bolsonaro aproveita “reforma ministerial” para despachar Azevedo e Silva

Bolsonaro aproveita reforma ministerial para despachar Azevedo e Silva
Foto: Marcos Corrêa/PR

Azevedo e Silva resistia a demitir o comandante do Exército, general Edson Pujol, que tecia críticas internas à politização das Forças Armadas. Bolsonaro também cobrava do ministro demonstrações públicas de apoio dos comandantes.

Como registramos há pouco, o general Braga Netto deve assumir a Defesa no lugar de Azevedo e Silva, enquanto Luiz Ramos seria deslocado para a Casa Civil e a Secretaria de Governo ficaria com um nome político, provavelmente Ricardo Barros.

Outras mudanças também são esperadas nos ministérios de Meio Ambiente, Justiça e Segurança Pública e até na AGU. Mais cedo, noticiamos a demissão de Ernesto Araújo, que também era uma cobrança do Centrão e que acabou precipitada por um tuíte do chanceler contra a senadora Kátia Abreu.

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Política Nacional

EXPECTATIVA FRUSTRADA – Janssen suspende envio de 3 milhões de doses de vacina contra a covid ao Brasil previsto para esta semana

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O adiamento da entrega das vacinas da Janssen pode frustrar a expectativa do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, que pretendia receber um grande lote desta vacina  (algo em todo de 300 mil doses) como uma “contrapartida” do governo federal pelos riscos da realização da Copa América em Cuiabá. O prefeito planejava fazer uma grande mobilização para que em menos de 20 dias toda população adulta fosse vacinada. Agora é esperar para ver onde isso vai dar…
Vamos torcer! Na atual conjuntura, mais pela vacina do que pelo futebol…
FONTE: ESTADÃO 
Em nota, o ministério confirmou que a chegada ao Brasil das doses antecipadas da vacina contra covid-19 da Janssen ao Brasil não se dará mais no dia previsto. A data de entrega havia sido anunciada no sábado, 12, pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.“A pasta aguarda confirmação da (nova) data por parte do laboratório, mas a expectativa é de que as doses cheguem ainda esta semana ao País em três remessas”, diz o ministério. Anteriormente, os imunizantes chegariam em apenas um lote. O prazo de validade da vacina aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é de três meses, mas a agência reguladora brasileira analisa a possibilidade de ampliar para quatro meses e meio.
A decisão de estender a validade foi aprovada pela agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos (FDA, sigla em inglês) na última quinta-feira, 10.
Segundo informou Queiroga no sábado, as doses que chegarão ao Brasil têm validade até o dia 27 de junho e seriam distribuídas para as capitais por conta da logística. Com o adiamento, no entanto, é provável que a logística tenha que ser reajustada.
Ao contrário dos outros imunizantes contra a covid-19 utilizados até então no Brasil, a vacina da Janssen é aplicada em dose única.
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