MEIO AMBIENTE

Governadores de 9 estados, incluindo Mato Grosso, lançam plano para recuperação da Amazônia

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Governadores do consórcio Amazônia Legal lançaram um plano para recuperação da Amazônia. A meta é angariar recursos para a preservação da região e conter o desmatamento, que tem batido recordes no governo Bolsonaro.

O “Plano de Recuperação Verde”, nome dado ao programa, foi inspirado em uma proposta produzida por congressistas dos Estados Unidos e encampada pelo presidente Joe Biden.

Lançado na última sexta-feira (16), em uma solenidade em Brasília, ele têm quatro eixos. Freio ao desmatamento ilegal, produção sustentável, inovação e capacitação e infraestrutura verde. O investimento inicial vai ser de R$ 1 bilhão e 500 milhões com recursos públicos, privados e de bancos de fomento e fundos, como o Fundo Constitucional do Norte.

A ideia patrocinada pelo consórcio Amazônia Legal, formado pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, é contrapor a política ambiental do governo Bolsonaro, que, segundo ambientalistas, tem desmantelado órgãos de controle do meio ambiente e se omitido diante das denúncias de crimes ecológicos.

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MEIO AMBIENTE

Carta aberta ao governador do Estado de Mato Grosso, Deputados Estaduais e demais autoridades ambientais

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Nós, abaixo-assinados estamos aqui em Mimoso, Barão de Melgaço, Porto de Fora, Mutum, Capoerinha, Mucambo, São Pedro, antes da guerra do Paraguai. Foram nossos ancestrais Lucas Evangelista, Gonçalves de Queiroz, Brandão, Padilha, Pio de Siqueira, Pães de Barros, Ferreira Leite, Caetano de Sá, Pinheiro de Castro, Alencastro, Corrêa da Costa, Teixeira da Silva, Mariano da Silva, Neves, liderados por Augusto Leverger que salvamos Mato Grosso da invasão Paraguaia.

Nossos ancestrais Guatós, Bororos e Paiaguás estão aqui antes de vocês. As soluções ambientais apresentadas pelo Ministério Público estão erradas e suas realizações vão acabar com as lendárias baias Chacororé e Siá Mariana. Fechar as baías faz a água ficar podre e acumular terra no seu fundo, indo contra a ordem natural da natureza.

Com conhecimento centenário, propomos o seguinte:

a) limpeza do rio Mutum, com retirada dos batumes e acúmulo de aguapé desde a fazenda ponta do morro até a boca da baìa;

b) destruição das barragens das baías;

c) desobstrução de todos os corixos, principalmente, acima da rodovia Mimoso/Porto de Fora;

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d) liberação de volume maior de água do Lago do Manso, para sobrar água do Rio Cuiabá para jogar água na baía de Porto de Fora, Barão e Chacororé, no mês de novembro, antes do período chuvoso e fechado para Piracema;

e) proteção das nascentes que formam a bacia do Rio Cuiabá;

Dr. Sebastião Ferreira – Advogado/nascido em Mimoso

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