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Nem o PL, partido de Bolsonaro, quer auditoria nas urnas eletrônicas

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247 – Membros do PL resistem à ideia de contratar uma empresa para auditar as urnas eletrônicas nas eleições de outubro, como defendeu Jair Bolsonaro em sua última live semanal.

Segundo a coluna de Malu Gaspar, no jornal O Globo, a proposta já havia sido discutida por Bolsonaro e a cúpula do partido. Alguns líderes e até mesmo membros da campanha presidencial a consideram importuna, mas não a descartam completamente.

“Se Bolsonaro fizer questão, vamos contratar. Mas o PL é um partido da política. Não queremos de jeito nenhum essa briga com o TSE”, afirmou um integrante da direção.

Um interlocutor do chefe de governo avaliou que a ofensiva deve servir de “justificativa para depois não cumprir o resultado”, caso Bolsonaro seja derrotado.

“Não vejo problema algum. Se ele contratou uma empresa para auditar, é porque reconheceu que o processo de votação eletrônica é auditável. Já é um avanço”, afirmou um ministro do tribunal.

“Espero que outros partidos façam o mesmo”, acrescentou outro magistrado. Para um terceiro integrante do TSE, não há nada de mais nas declarações de Bolsonaro: “isso é bobagem”.

A legislação eleitoral permite que, durante a preparação das urnas eletrônicas, representantes do MP, OAB e a partidos políticos atuem na “conferência dos dados constantes das urnas, assim como a verificação da integridade e autenticidade dos sistemas eleitorais instalados em urnas eletrônicas”. Em 2014, o PSDB contratou auditores após a derrota de Aécio Neves para Dilma Rousseff. Eles não encontraram nenhum indício de fraude ou erros sistemáticos.

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BRASIL 247

Acossado por escândalos, Bolsonaro ignora casos de corrupção e diz que seu governo ‘sobrevive pela fé’

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Em novo aceno ao eleitorado religioso, Jair Bolsonaro voltou a ignorar o escândalo de corrupção envolvendo pastores no MEC

247 – Jair Bolsonaro, que está em viagem pelo Rio de Janeiro nesta segunda-feira (4), fez um novo aceno ao eleitorado religioso, que o ajudou a se eleger em 2018, ao afirmar que seu governo só resiste a ‘tantas adversidades graças à fé’.

“Somos um governo que acredita em Deus, que defende a família e que deve lealdade ao seu povo. Com toda a certeza foi a fé que nos salvou no passado, nos elegeu e nos mantém vivos no governo até o dia hoje. Se não fosse Ele, o nosso Deus, como resistiríamos a tantas adversidades com grande parte da imprensa contra nós? É a fé”, disse Bolsonaro durante um evento no Cristo Redentor, de acordo com a coluna Radar, da Revista Veja.

Bolsonaro não explicou quais seriam os problemas enfrentados. Ele vem sendo cobrado pelo baixo desempenho da economia, além de estar em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto e de enfrentar um escândalo de corrupção no Ministério da Educação (MEC).

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