INSENSIBILIDADE

ÉDER MORAES – Governador Mauro Mendes: perversidade e desrespeito com os servidores da Empaer

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A INSENSIBILIDADE DO GOVERNADOR MAURO MENDES E O DRAMA DOS PAIS DE FAMÍLIA DA EMPAER

Em plena pandemia o que esperar de um governante preocupado com a compra de jatinho de luxo, helicóptero, carros blindados e leniente com a aberração dos JETONS dos CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO DAS EMPRESAS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA E INDIRETA, onde secretários de estado com salários próximos de R$ 37 mil ainda recebem cerca de R$ 5 mil por reunião de cada Conselho, e o pior, alguns participam de vários conselhos acumulando renda e driblando o teto constitucional.

O que esperar de um governo que não construiu uma casa popular sequer, o que esperar de um governador que chama pais e mães de família de PORRAS?

Não poderíamos por óbvio esperar sensibilidade! O descaso com os servidores da EMPAER foi emblemático e rotulou para sempre este governo como elitista.

O senhor governador poderia ter recorrido das decisões judiciais, assim como a PGE recorre de tudo para ferrar o contribuinte. Essa mesma garra para praticar a “DERRAMA” deveria ser usada para defender quem deu a vida inteira pela EMPAER, mas vossa excelência preferiu o caminho mais fácil e mais perverso. Não lutou pelos servidores da EMPAER, simplesmente jogou-os ao abandono e descaso.

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Repugnante, que além de demiti-los sem litigar de boa fé, vossa excelência cravou no peito cansado desses trabalhadores o carimbo de “PORRAS”!

Governador quando digo que vossa excelência está mal assessorado é por estas e outras, agora mal assessoramento não se confunde com perversidade!

Meus profundos respeitos aos servidores da EMPAER, hoje foram eles e amanhã, quem será a próxima vítima de MM?

Vamos rever um vídeo de Mauro Mendes em campanha, falando sobre os servidores da Empaer:

 

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ONOFRE RIBEIRO – Marcelo: já se foram 17 anos

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Meu coração de pai está inteirinho neste artigo.

Exatamente nesta data de 7 de dezembro, em 2004, Carmem e eu sepultamos o nosso filho Marcelo em Cuiabá, vítima de um acidente de moto no dia anterior em Salvador. Aos 29 anos, Marcelo, era o nosso terceiro filho. Casado com Daniela Guimarães e pais do Luka, de 3 anos.

Não é necessário relatar todo do drama daqueles dois dias e dos dias, meses e anos seguintes. Hoje, 17 anos depois, o mundo girou tantas vezes. O nosso coração cicatrizou as feridas. Ficaram os sinais. Como cicatrizes na pele. Nunca somem.  Daniela não se casou novamente e voltou a morar em Cuiabá para a nossa alegria. Junto veio o Luka, hoje com 20 anos. Aliás, hoje ele está em Aracaju, morando com a família do Fábio, o nosso segundo filho. Estuda medicina e, certamente, de lá ganhará o mundo. Parece muito ao pai. Aventureiro e ousado. Será cidadão do mundo. Tenho certeza.

Marcelo está profundamente incorporado às nossas lembranças. Sem dor. Sem lágrimas. Sem ressentimentos contra vida e nem contra Deus. Estamos convencidos de que ele cumpriu a sua trajetória. Encerrou a sua missão e voou. No começo não entendemos com essa clareza. Confesso o sofrimento profundo. Lágrimas escondidas. Silêncios amargurados. Mas passou! Carmem e eu estamos conscientes do que se passou e que do que se passa. Ele está onde está. Ou melhor: onde estiver. Conhecendo o seu jeito ousado, está muito ocupado. Pra variar, envolvido com gente.

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Por canais espirituais confiáveis e por amigos soubemos que ele está lidando com jovens que morreram em situação de risco, tipo acidentes ou o uso de drogas. Bem o jeito dele.

Desejo mesmo neste artigo dizer aos pais e mães que todos estamos sujeitos a uma experiência inesperada como essa. De repente um filho ou filha parte sem avisos… É uma explosão de sentimentos desconhecidos. Junto vem a dor, a inconformidade. Lidar com a morte é um mistério profundo. Ainda mais de um filho. Contraria a aparente  lógica da vida. Afinal, a relação com os filhos começa antes deles nascerem e prossegue vida afora. De repente um deles resolve voltar por sua conta e decisão. Inverte a corrente esperada…

Contudo, passados os sentimentos iniciais, a memória vai assentando e a vida aos poucos volta ao normal. Mas quando olhamos pra vida, lá estão as cicatrizes. É perfeitamente visível o quanto crescemos e amadurecemos com a experiência. A família toda cresce junta. Lições duras. Mais solidários. Mais familiares. Mas fraternos. Mais humanos. Mais generosos. Mais sensíveis. A capacidade de chorar toma conta de antigos sentimentos duros. Coisa pouca basta pra emocionar o coração. Viver não fica mais difícil. Fica mais humano!

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Marcelo nos acompanha e não esconde isso. Nós o acompanhamos e também não escondemos. Mas os sentimentos de hoje são leves. De doce companhia. Ficou tão claro que foi um privilégio tê-lo conosco por 29 anos. Nos deixou o Luka, com temperamento parecido e o jeitão do pai pra não nos deixar sentir tanta saudade…

            Se perguntarem à Carmem, a mim e qualquer dos três filhos, André, Fábio, Tiago e à Daniela como nos sentimos, todos diremos que a vida segue normal. Aqui pra nós, e lá, pra ele. Onde estiver…!

Onofre Ribeiro é jornalista em Mato Grosso

[email protected]    www.onofreribeiro.com.br

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